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General Aléssio Ribeiro Souto defende a prevalência do mérito, equilíbrio nas mudanças e valorização do professor.

19/10/2018

O Partido dos Trabalhadores (PT) publicou matéria falaciosa, em seu site, "com informações do Estadão", na qual afirma que um assessor de Bolsonaro teria defendido a segregação de alunos negros e pobres e a presença de policial militar dentro das escolas para controlar crianças.

Na verdade, em entrevista para o Estadão, veiculada em 15/10/18, o general Aléssio Ribeiro Souto, que coordena as propostas de educação para Jair Bolsonaro, defendeu, claramente, algumas daquelas que serão submetidas a Bolsonaro, caso seja eleito. Entre elas, estão o reforço de aulas para os mais pobres, a prevalência do mérito do aluno e a valorização dos professores, com o resgate de sua autoridade em sala de aula.

Em relação à primeira proposta, em vez de cotas, ele defendeu o ensino complementar a todos os desassistidos, independentemente de sua cor. Seriam oferecidas aulas extras para os estudantes mais pobres: "Que tal se, em vez de cota, propiciarmos ensino adicional, correção dos erros existentes, complementariedade?", propôs. Em nenhum momento, Souto fez menção a salas separadas para negros e pobres.

Além disso, ao contrário do que o PT afirmou, o general jamais defendeu a presença da polícia militar nas escolas para controlar crianças em sala de aula. Na entrevista veiculada no Estadão, o general apenas exprimiu sua opinião de que deve haver repressão ao aluno, de qualquer idade, em caso de ameaça ou agressão ao professor. Se o aluno desrespeitar ou ameaçar agredir o professor, "tem que ser retirado da sala. E, se agredir, polícia". Ou seja, na hipótese de agressão a professor, os alunos menores devem ser autuados segundo o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) e os adultos devem ser levados à polícia.

A verdade pode ser conferida na entrevista disponível aqui.

Jair Bolsonaro busca a significativa melhora na qualidade da educação do país, com capacitação técnica para todos, incentivando o mérito de cada aluno, sem viés ideológico e sem qualquer distinção de gênero, raça ou classe social.