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Editorial do ‘Wall Street Journal’ defende eleição de Bolsonaro

31/10/2018

O jornal americano The Wall Street Journal publicou um editorial em defesa do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), e da democracia do Brasil. O artigo, publicado logo na segunda-feira (29), provoca o jornal The Guardian e parte da imprensa internacional. 

O editorial começa desafiando a manchete do “The Guardian”, que descreveu Bolsonaro como uma “ameaça ao mundo, não apenas à democracia brasileira”. Essa afirmação seria, segundo o texto do WSJ, “uma das mais suaves advertências na imprensa internacional”. O editorial destacou que, apesar de tudo isso, o candidato venceu com mais de 55% dos votos, logo seria necessário que o mundo mostrasse um “respeito decente pela democracia brasileira” e tentasse entender o que, de fato, aconteceu. 

O artigo do WSJ relata um breve histórico da corrupção e das falhas na gestão econômica do PT, do ex-presidente Lula e da também ex-presidente Dilma Rousseff, identificando a ideologia política como “populismo de esquerda”. 

O editorial ressalta que Bolsonaro não se envolveu em esquemas de corrupção e que, por isso, ganhou credibilidade entre os brasileiros. O texto também enaltece o futuro ministro Paulo Guedes, creditando valor à sua disposição de privatizar estatais e conferir independência ao Banco Central.

“Os brasileiros não votaram pelo fascismo ou um golpe militar. Eles votaram por esperança e mudança, e eles vão mandar embora o Sr. Bolsonaro se ele falhar em honrar suas promessas”, conclui o artigo.

O artigo está disponível para assinantes no site do The Wall Street Journal.