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Bolsonaro rejeita apoio de ex-líder da Ku Klux Klan

16/10/2018

A Ku Klux Klan é uma organização racista, de origem americana, que, ao longo de sua história, manchou a democracia dos Estados Unidos com inúmeros crimes de perseguição e assassinato contra diversos grupos, em especial, negros. No último dia 9, um ex-líder do grupo, David Duke, fez comentários sobre Jair Bolsonaro, em seu programa numa rádio local.

Militantes e políticos de esquerda, incluindo o candidato substituto, do PT, usaram a fala do supremacista branco para tentar associar Bolsonaro ao grupo extremista. Ao saber das declarações, na tarde desta terça-feira, 16, Bolsonaro imediatamente se pronunciou rejeitando o apoio de Duke.

“Recuso qualquer tipo de apoio vindo de grupos supremacistas. Sugiro que, por coerência, apoiem o candidato da esquerda, que adora segregar a sociedade. Explorar isso para influenciar uma eleição no Brasil é uma grande burrice! É desconhecer o povo brasileiro, que é miscigenado”, publicou em suas redes sociais.

Ao contrário do que defende a KKK, Bolsonaro acredita e luta por uma nação unida, sem divisões por cor, sexo ou religião, por exemplo. 


Em favor de Israel

No mesmo programa de rádio, Bolsonaro foi criticado pelo supremacista, por ser visto como defensor do Estado de Israel e da comunidade judaica no Brasil.
Há anos, o Capitão demonstra sua disposição para fazer negócios com Israel, que é a grande democracia do Oriente Médio, ao contrário do PT, que se aproximou das ditaduras da região.